A quantidade de dados gerados por empresas e pessoas cresce a cada dia, mas poucas são as organizações que fazem o uso dos seus ativos de forma eficaz.

Na última quinta-feira, aconteceu o webinar: Acelerando a sua jornada data driven, evento em que falamos sobre a importância de desenvolver uma cultura orientada por dados para o sucesso das organizações.

Com a participação de Ricardo Hoerde, CEO da Diálogo Logística e Hudson Oliveira, Head of Business and Digital Performance na Essential Nutrition,  o webinar rendeu muitos aprendizados sobre a jornada data driven para a maturidade analítica.

Neste post, vamos compartilhar 5 dicas dos nossos convidados sobre como construir uma estratégia data driven vencedora!

# Dica 1 - Paciência é a chave do negócio

A imprevisibilidade dos dados é um dos grandes desafios da implementação de uma cultura data driven.

Por isso, ser persistente e ter resiliência para lidar com as inconstâncias do processo é fundamental para uma empresa que deseja nesse sentido.

Entretanto, apesar das dificuldades, Ricardo Hoerde confirma que todo esse esforço vale a pena no final:

“Leva tempo porque dá erro. Muitas vezes você compara como teu Excel e não bate. Mas depois que começa a bater, muda a tua vida com as informações rápidas que chegam para ti.”

Além disso, o surgimento de novas tecnologias também pode ser um obstáculo. Assim, é preciso estar preparado para adaptação constante às novas tecnologias, como ressalta Hudson Oliveira:

“A tecnologia evolui e ela muda o tempo todo. Hoje você faz uma solução de BI e daqui dois anos elas não serve mais. É igual Iphone ... ela vai mudar constantemente.”

Portanto, paciência para se adaptar com novas tendências e tecnologias é fundamental. Uma boa solução para lidar com isso, sem tantos gastos exorbitante, é investir na implementação de uma abordagem moderna de analytics. Saiba mais sobre o assunto aqui.

# Dica 2 - Pular etapas pode atrapalhar mais do que ajudar

Uma única empresa pode ter estágios diferentes de maturidade analítica.

Por exemplo, uma loja de departamentos pode ter um departamento de marketing avançado, que usa métricas para prever produtos que os consumidores vão gostar, enquanto seu setor financeiro ainda depende de planilhas do Excel para cadastrar e analisar suas informações.

Hudson Oliveira explica que a Essential Nutrition também tem áreas distintas em momentos analíticos diferentes. Mas adverte: "é preciso tomar cuidado ao pular alguma etapa na jornada data driven."

E completa que:

"Se você pular etapas demais, você perde a capacidade ou possibilidade de capacitar pessoas, organizar processos e estrutura dados de uma maneira melhor."

Além disso, respeitar as etapas da jornada traz resultados como:

  • Facilidade de adaptação da empresa à cultura data driven
  • Menos gastos desnecessários
  • Consolidação de práticas e hábitos mais analíticos
  • Projetos implantados com mais facilidade

# Dica 3 - Líderes comprometidos fazem a diferença

Para transformar dados em um ativo de negócio, é preciso do patrocínio da alta gerência e de líderes comprometidos com o desenvolvimento de uma cultura analítica.

Ricardo Hoerde é um exemplo disso. No entanto, quando ele decidiu iniciar implementação de um sistema de business intelligence na Diálogo, empresa de logística com 220 funcionários, também encontrou inúmeros desafios:

"Não é um caminho fácil. Tem que ter muita disciplina. É importante que os sócios fundadores,queiram. Tem que querer, disseminar e insistir. Tem que ter muita paciência."

Independentemente disso, Ricardo conseguiu criar uma rotina analítica na empresa e hoje, todas as reuniões e decisões estratégicas da Diálogo são guiadas por dados. Para melhorar: mais de 95 dos funcionários já usam o seu BI de forma rotineira.

Este caso retrata como um líder consciente faz a diferença na transformação digital de um negócio.

# Dica 4 - Cultura organizacional e o mindset analítico caminham juntos

Muitas iniciativas de dados falham.

Sabe por quê?

Geralmente, as organizações já possuem uma cultura estabelecida antes do data driven aparecer. Há um modus operandi de se tomar decisões, fazer processos e analisar resultados.

Portanto, assim como qualquer mudança, o início da jornada data driven pode causar alguns desconfortos e dificuldades no nível organizacional.

Como Hudson coloca:

"Quando você passa a ter dados te mostrando o caminho ou te mostrando diagnóstico, você tem rupturas a tratar com as pessoas. E aquilo que sempre foi pensado como uma verdade, se revela uma inverdade."

Considerando isso, as pessoas precisam estar dispostas a quebrar paradigmas, modificar seu mindset e a transformar a forma que olham e analisam seus dados.

No entanto, este nem sempre é o caso.

No geral, funcionários já estão acostumados com processos tradicionais e, por isso, têm uma certa resistência em modificar sua maneira de pensar e atuar.

Como transformar isso?

Um cultura data driven de sucesso requer um time engajado. Mas antes de abraçar essa causa, as pessoas precisam precisam entender o seu propósito para então participar efetivamente dessa mudança.

Portanto, o primeiro passo é preciso educá-las através de treinamentos e capacitações. Com isso, haverá menos relutância e muito mais aderência ao movimento.

A Diálogo Logística investe na capacitação dos seus funcionários para a cultura data driven e já sente os resultados positivos disso, como conta Ricardo Hoerde:

"Na medida que um time começa a identificar que ele começa ter menos tempo preparando os dados e mais tempo analisando os dados, mais rápido tomando a decisões e depois que tomou a decisão vendo os resultados. Isso é espectacular!"

Ele também destaca que embora haja um pouco de resistência, quando as iniciativas de dados começam a trazer resultados, outras áreas de negócio se conscientizam sobre a sua importância.

Ou seja, quando todos os níveis departamentais passam a ciência do poder dos dados, a  cultura de dados se instaura naturalmente pela organização.

#Dica 5  - O trabalho em equipe é fundamental

Uma empresa não atinge a maturidade analítica sozinha.

O processo de data transformation é repleto de desafios. Por isso,as parcerias e o trabalho em equipe também são fundamentais para o seu sucesso.

Um parceiro tem a função não só de mostrar a melhor prática de dados, mas também ajudar o cliente a enxergar os seus próprios erros.

Segundo Hudson Oliveira:

"A figura de um parceiro, como a Indicium, é super importante para catequizar, passar conhecimento que catequize e ajude as pessoas a ter disciplina para entender e aprender como trabalhar com os dados, porque não é fácil."

No caso da Diálogo Logística, Ricardo Hoerde afirma que os resultados de sucesso da jornada data driven da empresa não seriam possíveis “se não fosse essa parceria que a gente conseguiu instalar com a Indicium.”

Percebe-se que um parceiro é realmente uma figura crucial no processo de quem está acelerando a sua jornada data driven. E nós temos muito orgulho em poder ajudar essas e outras empresas neste propósito.

Procura um parceiro para acelerar a jornada da sua empresa? Conte com a gente! Vamos trabalhar em conjunto para alcançar a maturidade analítica do seu negócio.

Entre em contato hoje mesmo pelo e-mail contato@indicium.tech.