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Jornada Data Driven e transformação digital: como fazer isso em indústrias?

A Jornada Data Driven (JDD) para indústrias é um caminho que precisa da transformação digital para que se cumpram as etapas de construção de uma estrutura de dados. Significa o amadurecer analiticamente de uma empresa.

Tem a ver com inovar, renovar, reciclar e até criar metodologias, ferramentas, técnicas, processos e pessoas. Com transformar tudo (ou quase!) em algo muito mais moderno. Com transformar dados em decisões inteligentes e alavancar a rentabilidade da sua empresa.

Recentemente, Matheus Dellagnelo, cofundador e CEO da Indicium, e Augusto Monteiro, coordenador de sistemas do Grupo Moura conversaram ao vivo em nosso webinar sobre tudo isso.

Você pode tanto assistir ao vídeo quanto ler neste artigo como foi a transição da gigante que é a Moura para a indústria 4.0, passando por sua transformação digital e JDD.

Entenda a importância da cultura data driven e dos dados na vida de todas as empresas, e como seguir a Jornada Data Driven da Indicium para fazer uma transformação digital de forma saudável, segura e consistente.

Boa leitura!

Como é o começo de uma Jornada Data Driven?

Vamos começar fazendo algumas provocações para você refletir.

Você sabe quanto sua empresa deixa de ganhar por não usar o volume de dados gerados e que essa é uma oportunidade real de ganho que não dá para desconsiderar?

Você sabe como utilizar os dados da sua empresa para revolucionar seus processos centralizando todas as informações de fontes diversas e usando análise de dados moderna para visualizar painéis personalizados e, com isso, poder tomar decisões assertivas acerca da sua produção, por exemplo?

Você tem conhecimento de como as indústrias vêm se tornando mais ágeis e alcançando mais resultados enquanto seguem o fluxo da JDD na escalada da sua revolução analítica para entrarem no rol de empresas que estão na indústria 4.0?

Isso não é ficção científica. Vamos aos fatos sobre o começo da Jornada Data Driven do Grupo Moura.


2010

Grave esse ano, o grupo começou sua jornada tendo um BI (business intelligence) totalmente estático e dependendo totalmente de um profissional de tecnologia. Essa pessoa precisava estruturar dados e fazer a parte de visualização de dados, onde estavam muito focados.

2013

Investiram em uma nova ferramenta de visualização de dados, ganhando certa escalabilidade e até conseguindo ajudar a área de negócios tendo uma visão mais estruturada dos dados, mas entendendo que “aquilo que estavam vendo” não era o suficiente para ser visto.

2017

Levaram o modelo self service de dados para a organização, trabalhando com isso a parte de disponibilização dos dados.

A área de tecnologia da própria empresa, então, suportava todo o aparato oferecendo os dados, e a área de negócios entrou no jogo passando a construir seus painéis, seus dashboards.

Foi o primeiro movimento de interação com os dados entre as áreas da empresa, e um passo muito importante no caminho da conquista da maturidade analítica.

De repente, o grupo percebeu que deveria redirecionar o olhar, mudando o foco das ferramentas de visualização para a estruturação dos dados.
Foi necessário dar um passo atrás e estruturar toda a cadeia de ingestão de dados, é onde entra o famoso ETL.

2020

Tomaram a decisão de trabalhar na parte estrutural com a arquitetura de dados e tudo o que diz respeito à jornada dos dados em si.


Importante: paralelamente à Jornada Data Driven, ocorria a transformação digital do Grupo Moura.

E o start para tudo isso começar a acontecer veio da área de negócios e de suas necessidades: tornar-se mais digital em seus processos. O Grupo Moura entendeu que seus negócios precisavam se transformar nesse sentido.

E a meta é que, até 2030 (começaram em 2010, lembra?), o Grupo Moura tenha processos 100% digitais.

Com isso em mente, começaram diversas iniciativas para a mudança de paradigma. Instituíram internamente um comitê digital envolvendo executivos e tomadores de decisão para apoiar, liderar e nortear esse processo de transformação.

Ficou claro para todos que o cerne da indústria 4.0 são dados. E que toda a parte de inteligência de negócios (business intelligence) também precisa de dados. Foi aí que direcionaram o olhar para os dados - o petróleo!

A centralização de dados

Para falar de forma simples o que é transformação digital, ela implica adquirir novos sistemas operacionais, novos aplicativos, novo site, fazer monitoramento de produção e de condição de produção, e por aí vai...

Só que, para que você coloque todos esses itens em ação, é preciso ter pronta a estrutura para fazer a centralização de dados. Do contrário, os chamados silos de dados ficam soltos, em partes, desconectados, impossibilitando a criação da inteligência artificial de negócios (BI).

Dessa forma desconexa, não é possível cruzar informações de produção e venda, por exemplo.

Portanto, a transformação digital é fundamental para a Jornada Data Driven acontecer. Ambas precisam ser realizadas.

Com a descentralização de dados, faltam informações, não se consegue olhar para o todo e não será possível evoluir em um projeto de dados para a expansão dos negócios.

Se você se identifica com isso, saiba que a transformação digital ainda é um grande desafio para a maioria das empresas de todos os portes.

Pensando em uma indústria como o Grupo Moura, com sete plantas fabris e outras duas previstas, 80 distribuidoras espalhadas no Brasil, cinco redes de serviços de atendimentos exclusivos no país, um instituto de tecnologia totalmente voltado para o seu produto, para sua evolução tecnológica junto às montadoras, outro instituto interno no grupo…

Enfim, a variedade, a pluralidade de informações é gigantesca, concorda!?

Mas, assim como o desafio de centralizar tudo isso é gigante, o retorno desse trabalho também é.

O que é Jornada Data Driven mesmo?

A Jornada Data Driven para indústrias é um caminho que precisa da transformação digital para que se cumpram as etapas de construção de uma estrutura de dados. Significa o amadurecer analiticamente de uma empresa.

Usamos a metáfora do espaço para ilustrar as cinco etapas da jornada. É uma forma mais didática, clara e simples de mostrar o caminho que todas as empresas do mundo estão seguindo, ou vão seguir em breve, para cada vez utilizar mais dados.

O mundo todo já percebeu o valor ($$$) que há nos dados. Não é à toa o trocadilho entre dados e petróleo.

Ocorre que, para se chegar ao ponto de extrair o máximo valor dessa matéria-prima (veja a etapa cinco na ilustração anterior), sua empresa toda precisa seguir um caminho, cumprir etapas, construir uma estrutura, amadurecer analiticamente.

Basicamente, isso é a Jornada Data Driven, e nós vamos explicar as cinco etapas.

As 5 etapas da Jornada Data Driven do Grupo Moura

Etapa 1

A primeira etapa é a do pré-lançamento. Aqui na Indicium, chamamos esse momento carinhosamente de “o show da planilha”. É quando as empresas extraem de cada um de seus sistemas, como ERP, CRM etc., relatórios e … Colocam tudo em uma planilha de Excel para, com base nisso, fazer relatórios manuais.

Quando o Grupo Moura começou sua Jornada Data Driven, a empresa estava 100% nesse momento “show de planilha”. Foi quando o time deles percebeu que não dava mais para ficar nisso. Era preciso ter uma forma de visualizar mais rapidamente as informações.

Etapa 2

A segunda etapa é a de lançamento: o ponto de visualização de dados pontuais, como um BI de uma área específica. Por exemplo, pega-se parte do ERP, parte do CRM, parte do marketing, coloca-se tudo em uma planilha (e tá tudo show!) de forma automatizada ou ainda manual.

Com isso, é possível utilizar as ferramentas de BI para acelerar o processo de visualização de dados de inteligência de negócios.

Contudo, não se trata ainda de uma estrutura centralizada de dados robusta. Mas é um insumo importante diretamente extraído desses dados de planilha ou de um banco de dados transacional, se houver.

Agora, voltando um pouco, perceba que, na história do Grupo Moura, os anos de 2010 a 2017 foram de avanços na etapa dois. Que avanços? Novas ferramentas e mais autonomia para as áreas, que passaram a desenvolver suas visualizações com uma nova estrutura.

Quando uma empresa vai avançando na sua jornada, ela esbarra naturalmente em obstáculos, como, por exemplo, não ter a centralização de dados pronta nem a organização completa.

Falta quase sempre governança, já ouviu falar? E falta cruzamento de informações. E inteligência operando em todas as áreas. É preciso avançar nesses pontos.

Etapa 3

E quando a empresa percebe que é preciso avançar de novo, chega a hora da etapa três: finalmente, a centralização de dados, o ponto que chamamos de gravidade zero.

Atualmente, nessa hora, trabalhamos com advanced analytics para fazer tudo de forma organizada, seguindo padrões, metodologias, processos e usando ferramentas que permitem tanto uma indústria do porte da Moura quanto empresas mais simples ter uma estrutura centralizada de dados.

Brincamos internamente na Indicium que são os tijolinhos: você vai colocando cada um, pecinha por pecinha como Lego. No caso de uma empresa do porte do Grupo Moura, vamos ter muitas pecinhas. Já no caso de uma empresa de pequeno porte, vamos ter naturalmente menos pecinhas.

Mas o que importa é você saber que nesse ponto centralizamos todas as informações. E fazemos isso em um data lake - o lago de dados.

E, depois, estruturamos esses dados organizados em um data warehouse (DW) - a casa de dados. Então, avançamos.

Etapa 4

São os DWs que possibilitam a centralização de dados e a organização para visualizá-los na quarta etapa. É quando todos os dados da empresa finalmente estão conectados à fonte central, única, com governança, com qualidade, com processo.

Tudo está pronto para que a empresa tenha dados operacionais, táticos e estratégicos em um clique.

O Grupo Moura começou sua Jornada Data Driven em 2010, mas foi a partir de 2020 que o time percebeu que precisava organizar os dados (na terceira etapa) para tê-los estruturados (na quarta etapa), com uma inteligência muito maior servindo ao grupo, rentabilizando muito mais seus negócios.

Etapa 5

É nesse momento que brilham os olhos de quem conhece nossos projetos: a chegada à etapa cinco. É a fase de modelagens de dados preditivas e prescritivas com inteligência artificial e o uso de machine learning.

Nessa etapa chamada de e chegar à quarta, a empresa não quer mais apenas ver o que está acontecendo e o que já aconteceu, ela quer saber o que vai acontecer, qual cliente vai deixar de comprar, qual peça da produção vai falhar (antes mesmo de falhar).

Sim, nessa etapa você tem todas essas respostas. Você tem o controle total e o poder de aumentar a qualidade, a venda, reduzir o custo, o desperdício, o erro etc.

Quanto tempo leva para chegar aqui à etapa interestelar?


A Jornada Data Driven são essas cinco etapas desenhadas bem bonitinhas no nosso infográfico, mas sabemos que, na prática, a coisa não acontece de forma assim tão fluida e linear.

Tem áreas da empresa que avançam bem rápido, outras nem tanto…

Hoje, no Grupo Moura, há áreas presentes em cada etapa da jornada. Mesmo começando em 2010, eles têm setores ainda na primeira etapa, a de pré-lançamento, trabalhando forte para chegar ao BI departamentalizado.

E tem áreas mais avançadas, trazendo resultados muito positivos para o grupo com seus dados já centralizados, já indo para a quarta etapa e conseguindo interagir com outras áreas.

O grande desafio deles é alcançar a quinta etapa e a famosa vantagem analítica em todos os setores, sendo uma empresa 100% baseada em dados, realmente data driven.

Você percebe que muito da Jornada Data Driven depende da maturidade do negócio? Da maturidade de cada setor da empresa?

A etapa interestelar é realmente um marco, uma conquista que muda totalmente a rota da empresa. Para melhor, claro. Há muito retorno financeiro a ser alcançado, e é nessa etapa que isso acontece.

Mas, sem concretizar cada etapa, tijolo por tijolo, desde a base, essa estrutura não cresce porque não se mantém.

A estrutura de dados, para ser sólida, robusta e escalável, precisa seguir as etapas de construção dentro de um processo muito bem estabelecido.

Empresas que já nasceram digitais têm uma grande vantagem porque largam na frente dessa jornada. E empresas mais antigas, que nasceram analógicas, precisam trabalhar um pouco mais forte para superar os desafios da própria largada.

Pessoas, transformação cultural e democratização da informação e do conhecimento

O primeiro grande desafio de uma empresa nesse processo todo de que falamos até aqui são … as pessoas.

E isso tem tudo a ver com transformação cultural, cultura data driven, alfabetização em dados, data literacy, cultura de dados

Tem a ver com mudança de pensamento, de mindset da empresa toda. Quem pensa são as pessoas, não as máquinas. E as pessoas precisam entender os dados como um ativo dentro da organização.

Sem falar que todas as melhorias necessárias envolvem pessoas.

Outro grande desafio é a democratização da informação tendo uma única fonte de verdade com dados validados e números corretos. Uma fonte acessível, clara, disponível a todas as áreas e pessoas da empresa.

E para ter dados disponíveis de modo democrático, todas as fontes de dados devem estar muito bem documentadas. Outro desafio.

Toda documentação, para promover autonomia e manter a governança, precisa ser clara, seguir processos e padrões. Esse é o caminho correto para democratizar informação e conhecimento para todos os níveis da empresa. Todos devem poder compartilhar e adquirir.

O que documentar?

Tudo. Por exemplo:

  • funcionalidades de produto: se alguém precisar saber como funciona algo, o que é tal item, por que usar assim, para que serve aquilo;
  • tutorial: para saber/ensinar o passo a passo de uma execução, como funciona, para que serve;
  • API: para compartilhar/ensinar padrões, repassar instruções, apresentar rotinas de acesso às funcionalidades de um app, explicar como funciona sua arquitetura etc.

Dá para perceber que a mudança de cultura na empresa é algo bem denso e substancial?

Quanto tempo leva para transformar uma empresa antiga, conservadora, que nasceu analógica?

Não há um tempo certo, determinado para que uma empresa chegue à quinta etapa e use as modelagens de dados preditivas e prescritivas para colher os frutos da vantagem analítica.

Você vê a grama do vizinho crescendo e até sabe que ele anda investindo em tecnologia, mas não tem ideia de como começar. E o tempo está passando para ele, para você, e para todo mundo igualmente…

Então, você sabe que, quanto antes fincar a bandeira na etapa um, a de pré-lançamento, antes você chega à etapa cinco, a interestelar, aquela que faz brilhar os olhos e as contas da empresa.

Então, comece, mas não tenha pressa.

A Indicium, por exemplo. Mesmo sendo uma empresa que já nasceu digital, nós tivemos a nossa  estrutura de dados e nossa cultura de dados bem estabelecidas com quatro anos de idade. Até então, nossos processos mudavam e adaptavam-se constantemente. E nós também.

A partir da centralização de dados, logicamente os nossos indicadores de performance mudaram para melhor!

Mas veja: foram quatro anos construindo isso, estudando, pensando, criando, reciclando, mudando, aprendendo, errando, arrumando e expandindo uma linha de complexidade de tal modo que não podemos mais viver sem seguir desenvolvendo isso internamente todos os dias.

Então, se você prezar por desenvolver sua empresa, isso implica sim investimento em dados, o que envolve também toda a mudança que já contamos até aqui. Trata-se de um conjunto de ações que traz MUITO valor para os negócios e todas as áreas da empresa.

E quanto maior a empresa, maior será o desafio, maior será a recompensa e, talvez, maior será o tempo para fazer isso acontecer. Ou não...

Mas saiba que dados não se compram. Nem a Jornada Data Driven se compra. Isso faz parte de uma construção. Lembra dos tijolinhos?

Resumindo, dizer para você hoje que vale a pena investir em dados para fazer sua empresa crescer é chover no molhado, porque isso já é uma verdade.

Agora, sobre o tempo que isso vai levar, não temos como precisar. Há empresas que querem acelerar sua jornada, e aceleram mesmo. Seguindo tudo isso que falamos aqui, mas com implementações mais agressivas e altos investimentos.

De uma ou outra forma, o processo deve ser saudável para a organização.
Essa é uma obra que pode levar um, cinco ou mais anos, mas o retorno sobre o investimento não depende exatamente desse tempo. Ele apenas virá se nenhum tijolo for deixado de fora.

O seu desafio é aprender como fazer

Se a sua empresa é mais antiga, conservadora e nasceu analógica, ter contato com a abordagem moderna de analytics - MAS, primeiramente, pode dar um susto!

Mas, depois, vem o entusiasmo…

Uma cultura corporativa muito conservadora tende a ter mais dificuldade na sua transformação e a olhar inicialmente a abordagem moderna de dados com mais restrições e medos.

O Grupo Moura já tinha virado essa chave e mostrou muita vontade de mudar sua cultura, tanto que a sua transição está sendo um sucesso. E a Indicium trabalhou cuidadosamente traduzindo muito bem as ideias técnicas de forma que todos entendessem seu papel na jornada.

Chegar à vantagem analítica é objetivo do grupo (e de todas as empresas), mas o time tem muito claro que é preciso garantir o feijão com arroz todo santo dia.

E feijão com arroz é a manutenção de tudo, da centralização, governança, da estrutura robusta que suporta e dá capacidade para o crescimento. Tudo deve estar redondo, sendo monitorado e funcionando 100%.

Integração de dados e de áreas: engajamento de todos

Vimos que fazer o básico é fundamental para construir uma estrutura de dados sólida. E isso vai depender muito de como o time de dados se relaciona com os demais times da empresa.

A área de tecnologia no Grupo Moura tinha uma atuação mais reativa, de correção de determinadas situações, por exemplo. Agora, ficou evidente o potencial da aproximação dessa área com as demais da empresa.

Até porque não existe transformação digital apenas na área de tecnologia, nem apenas na área de negócios.

Por isso, é tão importante também pensar em como engajar todas as pessoas nessa visão data driven. O Grupo Moura desenvolveu com a Consultoria Dados 360º da Indicium uma abordagem excelente para gerar esse engajamento.

Foi quando a integração entre as áreas começou a acontecer, e a área de negócios passou a ser entendida por todos, assim como cada setor entendeu que, para ter o seu BI departamental, precisava ter tudo estruturado, toda a cadeia de ingestão de dados até o consumo deles em uma ferramenta de visualização.

No Grupo Moura, profissionais da tecnologia passaram a trabalhar de forma integrada, capturando dados e construindo toda a estrutura de base para que fosse possível fazer um diagnóstico completo de determinada área de negócio.

Então, com base nessa fotografia, a estratégia de dados para aquela área era planejada.

Essa estruturação de cada área é fundamental para o projeto todo. É algo que parece tão simples, mas ainda não está no cerne das ações da maioria das empresas. Ou seja, faz parte da mudança de cultura que precisa acontecer.

O desenvolvimento das lideranças e das equipes técnicas que acontece nesse processo também denota o crescimento e o nível de maturidade alcançado de modo geral.

Certamente, esse é um caminho sem volta. A Jornada Data Driven que desenhamos é real e toda empresa consegue fazer acontecer. Ela traduz o processo que o mercado vem praticando.

Iniciativas data driven na prática

Vamos mostrar que muita coisa vem acontecendo. Veja alguns exemplos de iniciativas que a empresa vem adotando na prática durante sua jornada.

  • A Rede Moura é um novo negócio que surgiu nesse processo de transformação. A implementação do Modern Analytics Stack - MAS com a Indicium fez parte disso, e juntos desenhamos a arquitetura e montamos toda a estrutura de dados.
  • Implementamos recentemente o dbt, que trouxe um novo salto no crescimento do grupo.
  • A visualização de dados com princípios de UX foi algo que mudou mais ainda nossos negócios.
  • A empresa criou programas internos chamados de Engajamento.
  • Há uma universidade corporativa onde se fala também sobre temas técnicos mais modernos da área de dados.
  • programas de desenvolvimento de lideranças que abordam a mudança cultural, transformação digital, mindset, parte técnica e comportamental, inclusive.
  • Há um programa interno com trilhas de conhecimento baseado em três vertentes: automação; lo-code; dados e analytics.
  • O time interno de tecnologia do Grupo Moura faz um trabalho incrível de aproximação com as áreas de negócios e clientes promovendo mentorias.
  • A empresa faz lives internas em que também se aborda o tema dados.
  • O MouraTeq é um novo projeto externo de captação e capacitação de novos profissionais da área de tecnologia.

Essas são algumas das mudanças da Jornada Data Drive do Grupo Moura se concretizando.

Jornada Data Driven: precisa-se de analytics engineer

Para finalizar, um ponto muito importante. Profissionais de dados ou de tecnologia geralmente têm uma capacidade muito boa de achar novos indicadores, de se perguntar sobre quais seriam as possibilidades de saída, e de agregar valor a isso.

Mas essas mesmas pessoas têm esbarrado na dificuldade de fazer tudo ainda manualmente.

Desse modo, simular um novo parâmetro, por exemplo, pode demorar horas, dias até meses… E é muito provável que o negócio não aconteça…

Já quem é analytics engineer sabe SQL, sabe trabalhar os dados no DW, tem autonomia para acessar os dados e vê-los de modo mais robusto, não apenas em Excel, e vai:

  • transformar esses dados;
  • ter insights a partir das visualizações;
  • gerar as pecinhas da construção da sua estrutura de dados, encaixando-as perfeitamente.

Esse profissional aqui na Indicium nós chamamos de “analista de dados com esteroides”. E ter essa pessoa atuando junto às áreas é tão fundamental na Jornada Data Driven que criamos a primeira Formação em Engenharia de Analytics do Brasil para atender a essa crescente demanda do mercado.

Inclusive, formamos mais de 15 colaboradores do Grupo Moura na nossa plataforma de educação sobre dados e analytics, a Indicium Academy.

A Indicium tem um papel fundamental de transformação na vida das empresas e das pessoas com quem tem contato, traduzindo muito claramente as formas, os caminhos, as peças a serem escolhidas na construção sempre personalizada de cada Jornada Data Driven.

Do Grupo Moura, nós ouvimos que a Indicium se encaixou como uma luva. Construímos uma parceria incrível mesmo, que traduziu todo o ecossistema técnico de dados de forma acessível para trazer resultados ao grupo todo.

Foram muitas provocações tirando todo o time da zona de conforto. Um movimento fundamental para que tudo acontecesse.

O seu time também pode levar a mudança de cultura para dentro da sua organização, em cada área.

Enfim, se você quiser capacitar sua equipe, uma ou mais pessoas, com nosso time de alto nível na Indicium Academy, ou implementar a modern analytics stack na sua empresa iniciando a sua Jornada Data Driven, acesse este link e vamos conversar sobre a nossa parceria.

Sucesso e até mais!

  • Bianca Santos
    Por Bianca Santos Analista de conteúdo

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